Carrossel. Quando gira se repete. Quando gira se repete. Quando gira se repete. Quando sobe, o chão se move; quando desce, o céu se move, se distancia. Quando giramos nos repetimos, descobrimos a vertigem, o mal estar de tornar-se velho, novo, velho e novo. O que passará torna-se imediatamente o que passou e quando vemos não volta do mesmo jeito. Quando gira se repete? Quando gira se repete? Repete ou não?
“Só sei que o meu mundo vai de cá pra lá”, o que não é a mesma coisa que o inverso, a perspectiva é nova, é outra. O lado muda a percepção do que vem em frente. A frente protege o vem que depois, o presente é o carrossel que embarcamos e a parada depende de onde queremos descer.
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Um comentário:
“Eu vivo no mundo da roda, na roda do mundo a girar, o mundo da roda gira e eu viro o mundo a rodar.”
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